Um pouco mais do mercado editorial



Oi Pessoas, tudo bem com vocês?

Hoje quero abrir mais uma particularidade minha e que está ligada diretamente ao mercado editorial.

Pra quem ainda não sabe, além de escritora também sou leitora critica e por esse motivo abocanhei uma generosa gama de conhecimentos e aprendizados que fui tendo à medida que estudava sobre isso e à medida que ia lendo os livros criticamente. Além, é claro, daquele pequeno "clec" que tenho sempre que estou trabalhando nisso.

Por causa disso, acabei desenvolvendo uma característica muito positiva que é a capacidade de avaliar originais e perceber se estão ou não preparados para o mercado literário.

Com isso não apenas fui convidada pela editora Pendragon para ministrar algumas aulas sobre técnicas para a Academia Pendragon, como também a fazer parte da equipe como a responsável pelas avaliações de originais.

Então, rarraaaammmmm, quando você manda um original pra editora Pendragon, ele primeiro passa por mim e pela equipe de avaliadores.

Bom, agora que estão situados no tema da conversa de hoje queria contar um pouco do que eu, pessoalmente falando, analiso quando avalio um original para editora, ou mesmo quando um autor me procura para ter uma opinião critica da sua obra.

Avalio pontos que fazem parte de uma ficha de avaliação proposta já pela editora, mas muito mais do que isso avalio a narrativa, a forma como o autor usa as palavras e envolve na sua história.

Às vezes encontro autores muito bons, mas que ainda não estão prontos. Ou histórias incríveis, mas que precisam de um aprimoramento para ganharem o coração dos leitores. O fato é que estamos sempre em busca de bons contadores de histórias e boas histórias.

Então, se você é autor e quer lançar um livro que realmente conquiste os leitores fique atento, considere estudar a gramática normativa, aquela que aprendemos na escola e que nos ensina certas coisas, como uso dos "porquês" e outros termos que costumam confundir a gente com facilidade.

Outro ponto que você precisa cuidar diz respeito a forma como você narra a história, o uso do tempo verbal (muita gente mistura narração em passado e presente e dá um nó na cabeça da gente quando estamos avaliando), os diálogos devem sempre lembrar alguém falando e os comentários do narrador devem ser enxutos e sem exageros.

Cuidado com a descrição das cenas, tente deixar suas cenas o mais visuais que conseguir, lembrando sempre o que o leitor quer ver um filminho na cabeça enquanto lê a história.

E mesmo que seu livro tenha uma pegada mais clássica, lembre-se de que você escreve para um público-alvo especifico, estude-o e escreva pensando nele.

Ah! E não podemos esquecer da boa e velha verossimilhança. Ela é fundamental para que sua história convença o leitor. Não sabe o que é? Então clique AQUI e leia o que escrevi a respeito.

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Graci Rocha